domingo, 22 de abril de 2012

Que alunos queremos?


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Quando nos imaginamos num mundo repleto de tecnologia, logo não podemos prescindir do uso desse potencial, para que se reverta em benefícios para nós mesmos. Que outro sentido faria e existência de qualquer coisa, não fosse o uso da mesma para nos "facilitar" a vida?

Como seres complexos que somos, o aprender, o conhecer todos os meios necessários à nossa subsistência, torna-se a coisa vital de cada um de nossa espécie. Tocar, sentir as coisas concretas, as texturas, os cheiros, a gravidade e suas consequências, a mecânica do nosso corpo, tudo isso é matéria obrigatória, se desejamos continuar diferentes dos nossos companheiros irracionais. Estas atividades experimentais devem iniciar na educação infantil, pois estas criançás estão crescendo em uma geração de tecnologias, precisam problematizá-las e utilizá-las sem serem escravos e sendo éticos.

O Mundo concreto, enfim, este, nos facultará construir uma psique apta a interagir com o mesmo. Mas, para isso precisamos tocá-lo, sentí-lo, de verdade, não virtualmente. Uma criança de mentira, um adulto virtual, é um ser humano fictício, não preparado para seguir o curso natural do viver. Não viverá de verdade, apenas na fantasia de um mundo que nunca existiu, ou existirá.

Que tipo de sociedade teremos pela frente? A sociedade que construirmos em nossas salas de aula. É necessário termos escolas críticas que não fujam da realidade, mas que a trabalhe com seus alunos, para que tenhamos uma geração ciberculturas consciente de seu papel social.

http://sitededicas.ne10.uol.com.br/grito_p1.htm

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